http://www.neueformat.com/meiomango/acesso
As inscrições abrem às 10h.
ATENÇÃO é obrigatório seguro, quem não tiver enviar um mail para teampetzlbeal@gmail.com até dia 18 de Março, com a seguinte informação:
-nºdo BI
-data de nascimento
-nome completo
A inscrição no jantar também é obrigatória.
Ou seja só quem tem seguro e não quer ir ao jantar é que não precisa de se pré-inscrever.
p.s. o preço do seguro está incluído nos 10eur de inscrição, só é necessário pagar no dia do encontro, mas tem que se pré-inscrever até dia 18.
Este ano com muito mais experiência neste género de escalada, com um companheiro com o mesmo nível de fanatismo pelas fissuras e sem problemas de voar nos friends, pudemos escolher vias mais duras.
Decidimos escalar duas torres em dois dias seguidos, primeiro a North Six Shooter e depois a Moses. Receávamos demorar muito tempo na escalada pois as duas tem largos com dificuldades perto de 7a e ao fim de uma semana em Indian Creek já sabíamos que um 7a de fissura pode ser um projecto de vida. Mas o que nos assustava acima de tudo eram os largos de chaminé e off-with.
No primeiro dia madrugámos para termos tempo de escalar e de nos deslocarmos até à torre do dia seguinte. Íamos avisados que o mais duro das torres são as aproximações, mas eu pensei que era conversa de americano.
Tínhamos um croqui que explicava pormenorizadamente as direcções a tomar. Ao início estranhámos o mau estado da estrada, mas com um jipe nas mãos isso era mais uma fonte de diversão do que um problema. As indicações batiam certo mas não eram explícitas na zona onde aparcar e como o caminho circundava a torre, fomos seguindo na esperança de nos aproximarmos mais, mas continuávamos sempre à mesma distância. Por vezes a estrada desaparecia, seguíamos por rios secos e cada vez havia menos marcas de rodas, mas nós insistíamos em continuar. Ao fim de mais de uma hora de TT não havia mais passagem e embora não estivéssemos mais perto do que no início da estrada também não estávamos muito mais longe. Sabíamos que o acesso demorava mais de uma hora, tendo que se subir até um planalto, caminhar um pouco a direito e subir outro tanto até à base da torre.
Jantámos no Macdonald’s de forma a poupar tempo e conseguirmos fazer metade da viagem até à Moses.
No outro dia de manhã demorámos três horas a chegar à torre pois mais uma vez andámos duas horas perdidos a fazer TT. A Moses tem fama de ser difícil e demorada e no croqui estão marcados oito largos. Assim, de manhã quando andávamos perdidos, chegámos a perder totalmente a esperança de conquistar a torre. Acabámos por chegar à justa de tempo mas confiantes. Depois da caminhada de aproximação, quando finalmente alcançamos a base da via, a história repete-se e deparamo-nos com uma cordada à nossa frente. Desta vez o cenário era bem mais negro, eles eram três, um ainda estava cá em baixo, o do meio era uma miúda que parecia pouco à vontade e que ao fim de alguns metros desatou num pranto que nos fez recear o pior! As perspectivas eram más mas depois de tudo o que passáramos não íamos desistir. Em conversa com o último elemento da cordada percebemos que eles tinham junto os três primeiros largos e que portanto a torre era bem mais pequena do que pensávamos. Além disso, a miúda acabou por desistir e os outros dois rapidamente desimpediram o caminho.
Logo no primeiro largo tivemos muitas dificuldades e acabámos por artificialar um passo. Os largos seguintes, eram muito bons e seguiam ao longo de fissuras perfeitas que deram luta mas que se deixaram encadear. Já quase no final, voltámos a sofrer num off-with felizmente estava equipado!
Este ano voltou-se a Albarracin para passar o fim de ano! Tirámos uma semaninha de férias e como sempre, havia muito frio, muita gente, muita festa e só um bungalow! Oppsss... 16 tugas numa casota para 6?? O que vale é que a madeira incha com a humidade... e neste réveillon houve água a magotes!
Mesmo assim, a chuva não serviu de desculpa para não apertar, pois deu para escalar praticamente todos os dias, nem que fosse debaixo dos tectos!!!
Nesta viagem, foquei-me mais em experimentar linhas que nunca tinha provado e procurar outras linhas fora dos circuitos mais batidos! Duas dessas pérolas que provei, foram o Pinturas Buldestres e o Survival. São linhas 5 estrelas, que me motivaram bastante a voltar!
Claro que tb voltei a alguns projectos mais antigos e de passagem pelo sector Sol, lá consegui encadear o clássico Karmansia (ao fim de 5 anos...), graças a um ''truque'' de calcanhar que me tinha passado despercebido e que torna os 1os passos uma cagada!!!
Aqui está uma foto do bloco tirada há dois anos:
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E aqui ficam algumas fotos tiradas nesta viagem:
A provar o Pinturas Buldestres:
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Mário no seu mega projecto de 8b+:
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Edgar num buenísimo tecto no Techos:
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E por fim uma foto dumas cascatas ao pé de Albarra, nascente do rio Cuervo:
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Podem encontrar, no link aqui em baixo, uma avaliação dos pés de gato EVOLV e também muitos comentários de escaladores que os usam.
http://www.rockclimbing.com/Articles/Gear_and_Reviews/Review_Evolv_Optimus_Prime_and_Pontas_920.html
Um dia destes, fazemos aqui o nosso balanço sobre as qualidades e os defeitos (!?) dos pés-de-gato que trazemos nos pés. Entretanto, os resultados, pelo menos ao nível de motivação, são bons, três velhos da equipa RedPoint foram à final desta última Compe. Os velhos ainda mordem…
O melhor da Compe:
A excelente qualidade do muro e das presas.
A variedade e qualidade dos blocos.
Ambiente descontraído e altamente fanático.
Bons prémios.
O pior:
A espera de 4 horas pelas eliminatórias.
Em geral, esta terá sido a melhor Competição de bloco que já se fez entre nós. O muro e as presas fizeram a diferença.